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Este é meu site-zine-portfólio. Aqui, você vai encontrar textos, trabalhos de design, referências e uma seleção de projetos artísticos e editoriais.

Design por Lenio Carneiro Jr.
Desenvolvimento por Sarah Matos

Lenio Carneiro Jr.
Brasília, Distrito Federal

Desde moleque, pensar, criar e escrever sempre compuseram minha tríade de verbos favorita. Sozinho ou bem acompanhado, na fazenda ou na cidade, envergonhado ou destemido, no analógico ou no digital: me movimento entre a utopia e os caminhos possíveis.

Internacionalista de formação e mestre em literatura, trabalho como profissional criativo multidisciplinar. Gerencio e participo de projetos nas áreas de design gráfico, comunicação, pesquisa, edição e produção editorial e sociocultural.

Escrevo ficção, poesia e meio-termos.

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Lenio Carneiro Jr.
Brasília, Distrito Federal

Desde moleque, pensar, criar e escrever sempre compuseram minha tríade de verbos favorita. Sozinho ou bem acompanhado, na fazenda ou na cidade, envergonhado ou destemido, no analógico ou no digital: me movimento entre a utopia e os caminhos possíveis.

Internacionalista de formação e mestre em literatura, trabalho como profissional criativo multidisciplinar. Gerencio e participo de projetos nas áreas de design gráfico, comunicação, pesquisa, edição e produção editorial e sociocultural.

Escrevo ficção, poesia e meio-termos.

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LADDAGA, Reinaldo. Estética da Emergência.

Os túneis das cidades são uma promessa e uma ameaça ao mesmo tempo. Eles organizam o fluxo, mas também o escondem. Entrar num túnel é aceitar uma suspensão breve do mundo visível — como se a cidade precisasse, por alguns segundos, recolher o próprio rosto. [O túnel é o intervalo, o trecho onde não há paisagem, apenas o ambiente mínimo para atravessar.]

Mas atravessar nunca é apenas atravessar. Em cidades que se habituaram a esconder seus excessos, os túneis funcionam como órgãos internos: vitais, mas invisíveis. Há neles uma pedagogia do movimento, uma lição de como seguir adiante sem testemunhar. A luz artificial repete uma cadência neutra que impede qualquer ilusão de história.

Ainda assim, há sempre algo que escapa. Talvez seja o som — um arrasto metálico que se prolonga e parece vibrar dentro do corpo. Ou a sensação de que o tempo se contrai levemente, como se o túnel enquadrasse o instante num ritmo outro: sem imagens laterais, sem distração. A cidade continua, mas você não a acompanha; você a corta.

Nos túneis, percebo como a arquitetura pode induzir uma espécie de despersonalização. É o contrário da praça, onde o corpo se reconhece como parte de um todo. No túnel, somos momentaneamente intercambiáveis.

Autor 2. Texto 2.

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texto novo

O contrário da praça é você descalço em casa, tá sabendo né Seu Zé

20/05/2026 [leia completo]
"Os túneis das cidades são uma promessa e uma ameaça ao mesmo tempo. Eles organizam o fluxo, mas também o escondem. Entrar num túnel é aceitar uma suspensão breve do mundo visível — como se a cidade precisasse, por alguns segundos, recolher o próprio rosto. O túnel é o intervalo, o trecho onde não há paisagem, apenas o ambiente mínimo para atravessar. Mas atravessar nunca é apenas atravessar. Em cidades que se habituaram a esconder seus excessos, os túneis funcionam como órgãos internos: vitai..."
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MEMORIAL DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DE IDENTIDADE VISUAL NOVA!

Prédio histórico da UnB passa a ter uma identidade visual contemporânea, modular e adaptável à nova realidade do espaço que já foi ateliê de Oscar Niemeyer. Ex-estudantes da UnB celebram conquista do prêmio do 1º Concurso de Identidade Visual – Espaço MemoUnB 2024. Veja o projeto.

Oportunidade única!

Carinha criativo, educado, diplomático e muito organizado! Não perca a chance de tê-lo no seu projeto. Disponível enquanto durarem os estoques.
Já nas melhores livrarias da sua cidade!

Coração de Polichinelo

7Letras, 2024
Eleito pelos amigos próximos do autor como um dos livros de poesia da última década!

Procura-se

Vida digna e mais tempo de leitura.

“Ao inaugurar esse novo espaço editorial, a Retangulina pretende articular autorias da região, ampliar a visibilidade dos textos produzidos no Centro-Oeste e fortalecer a cena cultural local, criando pontes com o cenário literário nacional.

Mais do que uma revista, o projeto se propõe a ser um movimento de valorização da escrita contemporânea, do design editorial e da circulação independente de literatura.”

Matéria completa aqui.